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Mersinho sinaliza liberdade para segundo voto ao Senado e não fecha apoio obrigatório a André Gadelha

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O deputado federal Mersinho Lucena (PSD) indicou, nesta semana, que não há definição fechada sobre o segundo voto ao Senado no grupo político liderado pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).

Em entrevista ao programa Panorama PB, direto de Brasília, Mersinho afirmou que não existe obrigação de apoiar André Gadelha, apontado como possível segundo nome ao Senado na chapa que pode ser encabeçada por Cícero nas eleições de 2026.

Ao justificar a posição, o parlamentar citou o cenário de alianças cruzadas que vem marcando a política paraibana.

“Tem prefeitos que não estão conosco e que estão com Veneziano. Tem prefeitos que não estão com Veneziano, estão com Nabor, com João, tem outros que estão com Efraim para governador, e votam também em João. Existe esse mix, essa mistura hoje, no processo político da Paraíba”, declarou.

Mersinho acrescentou que o apoio ao segundo nome da disputa não precisa, necessariamente, seguir critérios partidários.

“Não é que o segundo voto da gente tenha que ser obrigatoriamente em um candidato que esteja no nosso partido, mas acho que a tendência é essa”, afirmou.

A declaração é interpretada nos bastidores como um indicativo de que o grupo de Cícero pode manter abertura para apoiar outro nome ao Senado, incluindo o ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, pré-candidato alinhado à base do governador Lucas Ribeiro.

Cícero Lucena e Mersinho já manifestaram apoio ao senador Veneziano Vital do Rêgo. André Gadelha foi escolhido pessoalmente por Veneziano como nome para compor a eventual chapa, sob o argumento de fortalecer a representação do Sertão na disputa senatorial.

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