
O pré-candidato a senador João Azevêdo (PSB) afirmou, durante entrevista ao podcast Intrometidas PB, que pretende levar ao Senado Federal a experiência acumulada em 40 anos de gestão pública, com foco na defesa dos grandes projetos da Paraíba e no fortalecimento do Nordeste no debate nacional. Na conversa, João destacou sua trajetória como professor, engenheiro e gestor, além da satisfação de trabalhar no serviço público e ver as ações chegarem diretamente à população.
Ao projetar sua atuação no Senado, João afirmou que deseja participar das grandes discussões nacionais e representar os interesses estruturantes da Paraíba e da região Nordeste.
“Chegando ao Senado, evidentemente que eu quero fazer as grandes discussões. Eu quero ser o representante dos grandes projetos que a Paraíba precisa, ser representante de uma região. Eu conheço muito bem o Nordeste, tive a oportunidade de ser presidente do Consórcio e isso me deu mais uma possibilidade de conhecer o Nordeste. E eu sei do potencial que o Nordeste tem, que hoje é a região que mais cresce no Brasil”, afirmou.
João também ressaltou que a experiência construída ao longo da vida pública pode servir como referência para outros estados, a partir de um modelo baseado em planejamento, responsabilidade administrativa e resultados concretos.
“Fazer com que esse olhar para o Nordeste seja cada vez mais importante. Então é isso que a gente está colocando. Eu espero verdadeiramente chegar ao final do ano com essa nossa proposta vencedora, com o nosso projeto, que ele possa ser replicado em muitos outros lugares, que ele possa servir de referência para vários estados, como já é hoje, mas que possa ser ampliado, porque essa experiência que nós vamos levar de 40 anos de gestão pública, eu espero levar para o Senado”, destacou.
Durante a entrevista, João relembrou sua trajetória no serviço público, iniciada ainda como engenheiro no antigo Instituto de Previdência do Estado da Paraíba, quando percorreu diversas regiões e passou a conhecer mais de perto a realidade dos municípios.
“Eu tive a oportunidade de estar, ao longo da minha vida profissional, em lugares que me permitiram conhecer a Paraíba muito bem. Rodei a Paraíba quando muitos lugares que hoje têm asfalto eram estradas de barro. Isso me deu uma noção real do que era esse estado”, afirmou.
João também falou sobre a diferença entre atuar na iniciativa privada e trabalhar na gestão pública. Segundo ele, o serviço público permite acompanhar o impacto direto das decisões administrativas na vida das pessoas.
“O serviço público lhe dá um tipo de satisfação que a iniciativa privada não dá. Na iniciativa privada, você executa uma obra, faz o seu papel e vai embora. Na gestão pública, através de uma decisão, você implanta uma ação e vê o benefício chegando lá na ponta. Então é diferente”, disse.
O pré-candidato também relacionou sua formação como professor e engenheiro à forma como compreende a vida pública. Para João, a experiência em sala de aula contribuiu para a capacidade de explicar e dialogar, enquanto a engenharia reforçou a busca por planejamento, construção e entrega.
“Ser professor teve um significado muito importante na minha vida. E, na condição de engenheiro, vem a fase da construção, da realização. Na política, esses dois lados se complementam, porque você tem condições de, através de uma decisão política, construir alguma coisa que mude a vida de alguém”, afirmou.
Ao final, João defendeu que a política deve ser medida pela capacidade de transformar vidas e garantir que a presença do Estado chegue também aos lugares mais distantes.
“Transformar vidas, chegar na ponta, levar a presença do Estado para o lugar mais distante da Paraíba, isso sim é fazer política. Política de inclusão, política onde você chega para cuidar das pessoas”, concluiu.


