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PMDF se retrata após divulgar informações incorretas sobre ocorrência envolvendo Ricardo Coutinho

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) divulgou, nesta quarta-feira (4), uma nota de retratação pública após reconhecer erros nas informações divulgadas inicialmente sobre uma ocorrência envolvendo o ex-governador da Paraíba e deputado federal eleito Ricardo Coutinho (PT). O episódio foi registrado na noite da última segunda-feira (2), nas proximidades do Centro Olímpico de Santa Maria, no Distrito Federal.

No comunicado, a corporação esclareceu que, ao contrário do que havia sido divulgado, nenhuma das pessoas envolvidas foi presa. Segundo a PMDF, todos compareceram voluntariamente à delegacia para prestar esclarecimentos.

“Diferentemente do que foi veiculado na difusão inicial, cumpre esclarecer que não houve prisão de nenhum dos envolvidos”, informou a instituição.

Outro ponto esclarecido pela Polícia Militar diz respeito ao acionamento da corporação. Conforme o registro policial, Ricardo Coutinho foi o primeiro a entrar em contato com o serviço de emergência, por meio do número 190, às 19h07.

A informação é reforçada por uma mensagem automática encaminhada em nome do parlamentar eleito, que apresenta o protocolo COPOM20261102191828-630-OC, referente ao atendimento da ocorrência.

O registro corrobora parte da versão apresentada pela defesa de Ricardo Coutinho, segundo a qual o ex-governador teria procurado a polícia após sofrer ameaças e uma suposta tentativa de extorsão. As alegações, no entanto, ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.

Na nota de retratação, a PMDF lamentou a divulgação das informações equivocadas e reafirmou o compromisso institucional com a precisão dos dados repassados à imprensa e à população.

“A PMDF lamenta a imprecisão na divulgação preliminar e reitera seu compromisso irrestrito com a transparência, a veracidade das informações e a responsabilidade institucional perante a sociedade e os veículos de imprensa”, destacou a corporação.

A retratação esclarece as circunstâncias do atendimento policial e corrige a informação sobre uma suposta prisão, sem representar, por si só, uma conclusão sobre os demais fatos relacionados à ocorrência.

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