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Primeira dama Camila Mariz acompanha serviços prestados pela Funad e Patrulha Maria da Penha

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A primeira-dama do Estado, Camila Mariz, esteve, nesta terça-feira (14), na Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad), em João Pessoa, onde acompanhou os serviços prestados pela entidade. Logo em seguida, Camila esteve na sede do Programa Patrulha Maria da Penha, também na Capital.

Durante a visita na Funad, Camila Mariz conversou com usuários e responsáveis e visitou instalações importantes da entidade no processo de reabilitação, como o Serviço Especializado em Reabilitação Intelectual/TEA e a piscina. “Foi uma manhã de muita emoção com os relatos de cada usuário e de cada responsável — porque foram relatos de superação e persistência. Também foi um momento de conhecer, de forma mais aprofundada, alguns serviços prestados pela Funad, tão importantes nesse processo de inclusão da pessoa com deficiência”, avaliou a primeira-dama Camila Mariz.

Entre as histórias que ela ouviu, a de Ana Maria dos Santos, de 32 anos e de Alagoa Grande, no Agreste paraibano. “Meu sobrinho Pedro Lucas, que tem dez anos, é uma das vítimas do vírus da Zika. Ele tem microcefalia. A mãe dele e minha irmã foi uma das vítimas da Covid. Com a morte dela, eu deixei o trabalho e desde então tomo conta dele”, contou.

A presidente da Funad, Simone Jordão, falou da importância de se dialogar com quem busca os serviços da entidade. “Essa visita teve o objetivo da primeira-dama conhecer de forma mais aprofundada os serviços da Funad e, sobretudo, dialogar com as famílias para sentir como estão sendo prestados esses serviços”, completou.

Maria da Penha — A primeira-dama também esteve em visita à sede do Programa Integrado Patrulha Maria da Penha, que busca garantir proteção às mulheres com medidas protetivas, por meio de equipes multiprofissionais.

Coordenado pela Secretaria de Estado das Mulheres e da Diversidade Humana (Semdh), o PIPMP é realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds) — por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil — e com o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por intermédio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica.

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