
Uma reportagem exibida em rede nacional revelou o avanço do Comando Vermelho em Cabedelo e expôs um cenário de medo, domínio territorial e infiltração criminosa dentro da estrutura pública do município.
Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público da Paraíba, a facção teria ocupado espaços estratégicos da prefeitura, utilizando cargos públicos, funcionários fantasmas e contratos terceirizados para movimentar recursos e fortalecer o grupo criminoso.
A investigação aponta um prejuízo estimado em R$ 270 milhões aos cofres públicos.
Áudios e imagens mostram criminosos monitorando bairros por meio de câmeras clandestinas instaladas em postes, árvores e residências. O sistema seria acompanhado diretamente do Rio de Janeiro por Flávio de Lima Monteiro, conhecido como Fatoka, apontado como liderança da facção no Nordeste.
A reportagem também revelou relatos de moradores vivendo sob ameaças, circulação de homens armados em áreas residenciais e interferência do crime organizado até em reuniões comunitárias.
Os últimos quatro prefeitos de Cabedelo são investigados em operações relacionadas à atuação criminosa no município. As defesas negam envolvimento dos ex-gestores com organizações criminosas.
O caso ganhou forte repercussão nas redes sociais e recolocou em debate o avanço das facções criminosas no Nordeste e a fragilidade do poder público diante da expansão territorial do crime organizado.
Uma reportagem exibida em rede nacional revelou o avanço do Comando Vermelho em Cabedelo e expôs um cenário de medo, domínio territorial e infiltração criminosa dentro da estrutura pública do município.
Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público da Paraíba, a facção teria ocupado espaços estratégicos da prefeitura, utilizando cargos públicos, funcionários fantasmas e contratos terceirizados para movimentar recursos e fortalecer o grupo criminoso.
A investigação aponta um prejuízo estimado em R$ 270 milhões aos cofres públicos.
Áudios e imagens mostram criminosos monitorando bairros por meio de câmeras clandestinas instaladas em postes, árvores e residências. O sistema seria acompanhado diretamente do Rio de Janeiro por Flávio de Lima Monteiro, conhecido como Fatoka, apontado como liderança da facção no Nordeste.
A reportagem também revelou relatos de moradores vivendo sob ameaças, circulação de homens armados em áreas residenciais e interferência do crime organizado até em reuniões comunitárias.
Os últimos quatro prefeitos de Cabedelo são investigados em operações relacionadas à atuação criminosa no município. As defesas negam envolvimento dos ex-gestores com organizações criminosas.
O caso ganhou forte repercussão nas redes sociais e recolocou em debate o avanço das facções criminosas no Nordeste e a fragilidade do poder público diante da expansão territorial do crime organizado.


